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	<title>estados &#8211; Four Soluções</title>
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		<title>Pré-sal renderá mais de R$ 10 bilhões a estados e DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 21:28:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/pre-sal-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/pre-sal-1-150x150.jpg 150w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/pre-sal-1-85x85.jpg 85w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/pre-sal-1-80x80.jpg 80w" sizes="(max-width:767px) 150px, 150px" />Se o Senado aprovar o acordo costurado entre governadores, senadores e deputados sobre a divisão dos R$ 10,9 bilhões provenientes<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/pre-sal-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/pre-sal-1-150x150.jpg 150w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/pre-sal-1-85x85.jpg 85w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/pre-sal-1-80x80.jpg 80w" sizes="(max-width:767px) 150px, 150px" /><p style="text-align: justify;">Se o Senado aprovar o acordo costurado entre governadores, senadores e deputados sobre a divisão dos R$ 10,9 bilhões provenientes do bônus de assinatura pela exploração do petróleo que cabem aos estados, Minas Gerais vai ser o maior beneficiário dos recursos, recebendo R$ 849 milhões. O estado será seguido por Mato Grosso, com R$ 665 milhões. No outro extremo, Santa Catarina ficará com a menor fatia, de R$ 189 milhões, além do Distrito Federal, que levará R$ 64 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A divisão dos recursos do petróleo direcionados a cada estado é resultado de um grande embate entre as bancadas estaduais, tanto na Câmara quanto no Senado, e colocou de um lado os estados do Norte e do outro, os do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-724 aligncenter" src="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Info_cessao_onerosa.jpg" alt="" width="559" height="1229" srcset="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Info_cessao_onerosa.jpg 559w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Info_cessao_onerosa-136x300.jpg 136w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Info_cessao_onerosa-466x1024.jpg 466w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Info_cessao_onerosa-66x146.jpg 66w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Info_cessao_onerosa-23x50.jpg 23w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Info_cessao_onerosa-34x75.jpg 34w" sizes="(max-width:767px) 480px, 559px" /></p>
<p style="text-align: justify;">A princípio, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/137438" target="_blank" rel="noopener noreferrer">98/2019</a> previa que estados e municípios receberiam os recursos segundo os critérios do Fundo de Participação dos Estados e do Fundo de Participação dos Municípios, respectivamente. Esses fundos levam em conta, por exemplo, a desigualdade regional e a renda per capita para beneficiar as populações com menor índice de desenvolvimento. Por isso, agradam aos estados mais pobres que recebem um rateio proporcionalmente bem maior em razão da tentativa de se equalizar as distorções regionais. A PEC gerou a <a href="https://legis.senado.leg.br/norma/31441855" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Emenda Constitucional 102, de 2019</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia de ratear segundo o FPE prosperou no Senado porque, como Casa da Federação, todos os estados têm apenas três representantes. Nordeste e Norte somam mais estados que Sudeste, Sul, Centro-Oeste e o DF juntos.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso a divisão fosse inteiramente feita pelo FPE, Roraima faturaria R$ 610 do bônus de assinatura por habitante, contra os R$ 32 pagos por habitante de São Paulo. Para o Distrito Federal, iriam R$ 28 por habitante, enquanto o Acre deveria receber R$ 548 per capita. Na prática, os estados mais pobres (e menos populosos) receberiam uma fatia proporcionalmente maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao chegar à Câmara com esse critério (FPE e FPM), a PEC não agradou aos estados mais ricos — exatamente os que mais perdem com as desonerações de exportações previstas pela <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp87.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei Kandir</a>. Como o número de deputados de cada estado depende do tamanho da população, e esses estados, além de mais ricos, estão entre os mais populosos, começou a luta para derrubar o critério do FPE em nome de um que levasse em conta também os prejuízos pela não cobrança do ICMS nas exportações.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Acordo</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O resultado foi o <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/139277" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PL 5478/2019</a>, que divide os R$ 10,9 bilhões em três partes, colocando dois terços no critério do FPE e um terço no critério de reposições por perdas da Lei Kandir. O primeiro critério agrada os estados mais pobres, o segundo, os exportadores, e por conseguinte, mais ricos. O projeto foi aprovado na Câmara na quarta-feira e chegou ao Senado na quinta (10).</p>
<p style="text-align: justify;">— Havia uma discordância quanto à utilização direta dos coeficientes do FPE, que estava no texto da PEC aprovada no Senado. Nesse contexto, o projeto de lei foi uma solução política mais célere para regulamentar a distribuição desses recursos — explica Flávio Luz, consultor de Orçamento do Senado.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelos cálculos da Consultoria de Orçamento do Senado, o PL diminui a margem de 17 estados — todos do Norte e Nordeste — e do DF. Por outro lado, o critério misto — de FPE mais Lei Kandir — aumenta os valores pagos a Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Este último estado, inclusive, deu um salto grande da PEC para o PL 5478/2019: de R$ 94 milhões, ele passa a receber R$ 633 milhões, proporcionalmente o maior aumento entre todos os estados.</p>
<p style="text-align: justify;">O senador Carlos Viana (PSD-MG) comemorou em suas redes sociais os novos termos do acordo, que destinará a Minas Gerais R$ 300 milhões a mais do que o previsto pela PEC anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">— Estamos recuperando um espaço político, fazendo justiça para Minas Gerais, que desde o marco do petróleo foi prejudicada e colocada em segundo plano.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>De onde vem o dinheiro?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O dinheiro que enche os olhos da União, estados e municípios é uma previsão de venda do direito de explorar petróleo na camada do pré-sal. Estima-se que R$ 73 bilhões podem ser arrecadados pela União no megaleilão do petróleo, marcado para o dia 6 de novembro, já descontados os R$ 33,6 bilhões que a União deve à Petrobrás.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o PL 5.478/2019 for aprovado, a União terá direito a R$ 48,9 bilhões (ou 67%). Outros 30% serão divididos igualmente entre estados e municípios (R$ 21,9 bilhões, sendo metade para o FPE e metade para o FPM). Por fim, os estados produtores receberão cerca de R$ 2,19 bilhões, ou 3% do montante, por causa de uma emenda emplacada em favor dos estados confrontantes à plataforma continental, mar territorial ou zona econômica exclusiva onde estejam geograficamente localizadas as jazidas de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/10/11/acordo-sobre-bonus-do-pre-sal-rendera-mais-de-r-10-bilhoes-a-estados-e-df" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Senado</a></p>
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		<title>PEC paralela para adicionar Estados e Municípios na Previdência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2019 21:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma da Previdência]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/pec-previdencia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/pec-previdencia-150x150.jpg 150w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/pec-previdencia-85x85.jpg 85w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/pec-previdencia-80x80.jpg 80w" sizes="auto, (max-width:767px) 150px, 150px" />O Senado deverá incluir os servidores públicos estaduais e municipais na reforma da Previdência Social por meio de uma segunda<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/pec-previdencia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/pec-previdencia-150x150.jpg 150w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/pec-previdencia-85x85.jpg 85w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/pec-previdencia-80x80.jpg 80w" sizes="auto, (max-width:767px) 150px, 150px" /><p>O Senado deverá incluir os servidores públicos estaduais e municipais na reforma da Previdência Social por meio de uma segunda proposta de emenda à Constituição (PEC). Com isso, o texto principal da reforma (<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2192459" target="_blank" rel="noopener">PEC 6/2019</a>) poderá ser aprovado pelos senadores no próximo semestre sem alterações.</p>
<p>A nova PEC caminhará ao mesmo tempo que a PEC 6, mas permitirá que o grosso da reforma da Previdência seja promulgado mais cedo. O Senado deve analisar o texto da reforma principal em agosto e, se não efetuar mudanças sobre ele, a conclusão dependerá apenas dos prazos regimentais.</p>
<p>A informação foi confirmada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator da <a href="http://legis.senado.leg.br/comissoes/comissao?4&amp;codcol=2253" target="_blank" rel="noopener">comissão especial que acompanha a reforma da Previdência</a>. Ele disse que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já chancelou o plano. Davi vai conversar com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para garantir que a PEC paralela tenha um caminho suave entre os deputados também.</p>
<p>Tasso se diz “extremamente favorável” à inclusão dos estados e municípios na reforma. Eles já constavam da versão original da proposta, enviada pelo Executivo, mas foram excluídos na preparação do substitutivo da comissão especial. Para o senador, isso se deveu à atmosfera conflituosa que envolveu o assunto na Câmara. Ele acrescentou que o Senado terá mais ponderação.</p>
<p>— Acho que estamos todos convencidos de que a introdução dos estados e municípios é essencial para que a reforma seja completa. Foi um equívoco [da Câmara], num momento de muitas discussões. A questão foi colocada talvez de uma maneira muito emocional. Se conseguirmos passar aqui, quando voltar para Câmara, será outro clima.</p>
<p><a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/08/davi-encontro-com-presidentes-e-governadores-une-o-pais-em-torno-do-pacto-federativo/" target="_blank" rel="noopener">Desde maio o Senado se reúne com os governadores</a> para articular pautas de interesse dos estados, entre as quais está a aplicação das novas regras previdenciárias para eles de imediato. O apoio à inclusão é tido como um consenso.</p>
<p>O senador Humberto Costa (PE), líder do PT — partido que se opõe à maior parte da proposta do governo — também está de acordo com essa alteração.</p>
<p>— Não é possível existirem regras para servidores públicos federais que sejam diferentes das regras para servidores públicos estaduais e municipais. A ideia de que cada estado e município defina a sua, criaria uma absoluta balbúrdia no que diz respeito às aposentadorias — apontou.</p>
<p>Ele alertou, porém, que ainda não tem certeza sobre o caminho escolhido para fazer essa mudança, e evita falar na aprovação imediata da PEC 6.</p>
<p>Em junho, a Instituição Fiscal Independente (IFI) publicou <a href="http://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/557965/EE_09_Previdencia_Estadual.pdf" target="_blank" rel="noopener">um estudo sobre a situação dos regimes previdenciários estaduais</a>. O documento <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/06/03/estudo-aponta-fragilidade-da-previdencia-nos-estados" target="_blank" rel="noopener">identificou quadros graves</a> em estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, onde o sistema consome cerca de 30% da receita líquida.</p>
<p>O desequilíbrio decorre em grande medida de regras favoráveis aos segurados, como aposentadoria precoce e benefício em valor muito próximo ao da remuneração do servidor ativo. O problema dos estados é agravado pelo fato de cerca de metade dos seus servidores pertencerem a categorias que têm tratamento especial, notadamente professores e militares.</p>
<p>O analista responsável pelo estudo, Josué Pellegrini, <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/07/09/senado-aprova-novo-diretor-da-instituicao-fiscal-independente" target="_blank" rel="noopener">foi confirmado na semana passada como novo diretor da IFI</a>. Em entrevista à Rádio Senado, <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/07/12/ifi-sugere-que-estados-e-municipios-devem-entrar-na-reforma-da-previdencia" target="_blank" rel="noopener">ele defendeu a inclusão de estados e municípios</a> na reforma, antes que o descontrole dos gastos consuma outros setores do Orçamento.</p>
<p>— O deficit das previdências estaduais é bastante elevado na grande maioria dos estados e tende a crescer, pressionando e dificultando o cumprimento das outras atribuições, como saúde, educação e segurança.</p>
<h3><strong>A &#8220;PEC paralela&#8221;</strong></h3>
<p>O recurso da “PEC paralela” não é inédito, e inclusive, já foi usado em uma reforma previdenciária em 2003, quando o Senado analisava a proposta que se tornaria a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc41.htm" target="_blank" rel="noopener">Emenda Constitucional 41</a>. Aquela reforma extinguiu a aposentadoria integral no serviço público e a paridade de reajustes para servidores aposentados, além de instituir cobrança sobre o valor da aposentadoria.</p>
<p>Na ocasião, senadores da base do governo que eram críticos do texto firmaram um acordo para não promover alterações sobre a proposta principal, de modo a permitir a sua promulgação rápida. Em troca, apresentaram uma segunda PEC sobre o mesmo assunto, que corrigiria os pontos polêmicos. Ela foi chamada de “paralela” porque tramitou ao mesmo tempo que a PEC que continha as regras que ela mudaria.</p>
<p>A PEC paralela de 2003 foi apresentada uma semana depois da aprovação do texto principal da reforma na comissão especial do Senado. Promulgada em 2005, ela se transformou na <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc47.htm" target="_blank" rel="noopener">Emenda Constitucional 47</a>, que, entre outros pontos, garantia a integralidade e a paridade para servidores ainda na ativa e instituía regras de transição.</p>
<p>O senador Paulo Paim (PT-RS) foi um dos principais articuladores daquele arranjo. Ele rejeita a perspectiva de o Senado apenas “carimbar” a PEC 6, sem fazer nenhuma alteração sobre o conteúdo que a Câmara enviar, mas observa que a estratégia de um texto à parte pode ser bem-sucedida, como aconteceu em 2003.</p>
<p>— Eu estava rebelde em relação à reforma e a alternativa que criamos foi a PEC paralela. Ela resolveu para melhor a situação de muitos trabalhadores. Não posso ser contra [a ideia].</p>
<h3><strong>Principais pontos da reforma</strong></h3>
<p>Na quarta-feira (10), a Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto-base da reforma da Previdência. <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/07/01/estudo-da-ifi-aponta-reducao-de-economia-com-alteracoes-na-pec-da-previdencia" target="_blank" rel="noopener">Estudo da Instituição Fiscal Independente apresenta os principais pontos e estima o impacto fiscal do novo formato da proposta, em comparação com a versão original</a> (veja detalhes na galeria de imagens acima). O segundo turno deve ficar para o segundo semestre. Só depois de uma nova aprovação a proposta virá para o Senado.</p>
<p>Nos dias seguintes, os deputados analisaram destaques que pretendiam modificar pontos específicos do texto, a maioria foi rejeitado, mas vingaram os regimes especiais <a class="external-link" href="https://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/579963-CAMARA-APROVA-EMENDA-QUE-DIMINUI-IDADE-PARA-APOSENTADORIA-DE-POLICIAIS-FEDERAIS.html" target="_blank" rel="noopener">para policiais da União</a> e <a class="external-link" href="https://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/580006-PLENARIO-APROVA-IDADE-MENOR-PARA-APOSENTADORIA-DE-PROFESSOR.html" target="_blank" rel="noopener">para professores</a>, <a href="https://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/579965-APROVADA-REDUCAO-DO-TEMPO-DE-CONTRIBUICAO-PARA-HOMENS-NA-TRANSICAO-PARA-APOSENTADORIA-POR-IDADE.html">a redução do tempo de contribuição para homens</a> e <a href="https://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/579941-APROVADA-ALTERACAO-EM-REGRAS-SOBRE-PENSAO-E-MULHERES-NA-REFORMA-DA-PREVIDENCIA.html">as novas regras sobre a concessão de pensões</a>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://Estados e municípios devem entrar na reforma da Previdência em PEC paralela" target="_blank" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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