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		<title>Reforma da Previdência  um novo desafio para o Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 16:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma da Previdência]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-1-150x150.jpg 150w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-1-85x85.jpg 85w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-1-80x80.jpg 80w" sizes="auto, (max-width:767px) 150px, 150px" /><p>Pela terceira década consecutiva, o Congresso Nacional é chamado a discutir uma ampla reforma na Previdência Social dos brasileiros. O principal motivo que orienta a nova proposta é o mesmo de antes — garantir a sustentabilidade do sistema —, mas especialistas apontam que a necessidade no momento é mais urgente do que nas ocasiões anteriores. Esse desafio de senadores e deputados em busca de um sistema previdenciário sustentável é tema de uma série de reportagens que <b>Agência Senado</b> inicia agora.</p>
<p>Os desembolsos do país com a Previdência já equivalem a 60% do Orçamento, e esse percentual deve se avolumar nos próximos anos, como consequência de uma marcha estatística natural: a expectativa de vida da população tem aumentado, enquanto a taxa de natalidade cai.</p>
<p>É o que explica Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI):</p>
<p>— O país está envelhecendo e as pessoas estão vivendo mais. Isso é algo positivo, mas tem consequências fiscais, porque a população idosa depende do Estado. Como os brasileiros estão tendo cada vez menos filhos, serão menos pessoas contribuindo.</p>
<p>Segundo projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o contingente de idosos do país deve triplicar dentro dos próximos 40 anos, enquanto a proporção de trabalhadores para cada aposentado deve cair pela metade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-596 aligncenter" src="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdecia-1.jpg" alt="" width="866" height="1050" srcset="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdecia-1.jpg 866w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdecia-1-247x300.jpg 247w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdecia-1-768x931.jpg 768w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdecia-1-845x1024.jpg 845w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdecia-1-120x146.jpg 120w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdecia-1-41x50.jpg 41w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdecia-1-62x75.jpg 62w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:866px) 100vw, 866px" /></p>
<p>Devido a essa inversão demográfica já em curso, a arrecadação de contribuições previdenciárias tem consistentemente ficado abaixo do valor dos benefícios concedidos. Tanto o Regime Geral da Previdência Social (RGPS), que cobre os trabalhadores da iniciativa privada, quanto o Regime Próprio (RPPS), que cobre os servidores públicos, vêm apresentando deficits nos últimos anos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-597" src="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-2.jpg" alt="" width="768" height="461" srcset="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-2.jpg 768w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-2-300x180.jpg 300w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-2-243x146.jpg 243w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-2-50x30.jpg 50w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-2-125x75.jpg 125w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:768px) 100vw, 768px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-598" src="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-3.jpeg" alt="" width="768" height="507" srcset="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-3.jpeg 768w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-3-300x198.jpeg 300w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-3-221x146.jpeg 221w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-3-50x33.jpeg 50w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-3-114x75.jpeg 114w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, (max-width:768px) 100vw, 768px" /></p>
<p>As contas negativas da Previdência impactam a dívida pública do país como um todo, que vem se aproximando de 80% do PIB. O consultor legislativo Pedro Fernando Nery explica que o aumento do deficit previdenciário agrava esse quadro porque as aposentadorias são gastos obrigatórios, que o Estado não pode deixar de financiar.</p>
<p>— A despesa tem que ser paga de alguma forma, seja com contribuições previdenciárias, seja com contribuições sociais ou impostos. Ao crescer, ela comprime políticas públicas já subfinanciadas, como o saneamento, a educação, a infraestrutura. O deficit é uma medida desse desequilíbrio: a quantidade de recursos de outras áreas, ou de impostos, que será drenada para pagar benefícios — explicou.</p>
<p>Além da compressão orçamentária, a incerteza quanto à possibilidade de manter o endividamento sob controle encarece a própria administração da dívida, que o Estado faz através da emissão de títulos públicos. Quanto pior a situação fiscal, maior é a taxa de juros que o mercado exige. Mais juros agravam a dívida, e forma-se um círculo vicioso.</p>
<p>— Vários estados já quebraram. A União tem mais ferramentas para não quebrar tão cedo, mas isso implica instabilidade macroeconômica. A desconfiança quanto à solvência do Estado vai continuar inibindo o investimento e o crescimento. O desemprego vai continuar sem cair satisfatoriamente e isso vai se somar ao caos na prestação de serviços públicos — alerta Nery.</p>
<p>Felipe Salto destaca que a reforma da Previdência é uma condição necessária para romper essa tendência, mas não suficiente. Ela dará um impulso inicial, mas precisa ser complementada no futuro com outras medidas.</p>
<p>— Os investidores externos e domésticos estão à espera do milagre da Previdência. Se a gente desata esse nó, o dinheiro vai começar a circular, a economia vai começar a girar de novo. Precisamos passar esse obstáculo, mas a Previdência, sozinha, não resolve o problema — enfatizou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-599" src="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-4.jpg" alt="" width="1521" height="2434" srcset="https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-4.jpg 1521w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-4-187x300.jpg 187w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-4-768x1229.jpg 768w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-4-640x1024.jpg 640w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-4-91x146.jpg 91w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-4-31x50.jpg 31w, https://foursol.com.br/wp-content/uploads/2019/07/previdencia-4-47x75.jpg 47w" sizes="auto, (max-width:767px) 480px, (max-width:1521px) 100vw, 1521px" /></p>
<h3><b>Questionamento</b></h3>
<p>Essa análise do deficit e da necessidade da reforma, porém, tem críticos. A Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) sustenta que o deficit é resultado de um cálculo das contas da Previdência que interpreta equivocadamente as regras do sistema.</p>
<p>Segundo Floriano Martins Neto, presidente da entidade, o deficit só é verificado quando se analisam unicamente as contribuições e as despesas previdenciárias. No entanto, a Previdência integra o orçamento da Seguridade Social, que também inclui a assistência social a as ações de saúde.</p>
<p>A seguridade social, conforme definida na Constituição, é financiada por outras fontes, incluindo tributos sem destinação específica e dotações da União. O que importa, explica Martins, não é o cálculo da Previdência ser positivo ou negativo, mas sim o cálculo da seguridade como um todo.</p>
<p>— Calculamos dentro da seguridade porque lá temos todas as fontes de financiamento. Fazemos a contabilidade no geral porque a Constituição não mandou segregar. O “deficit” significa que a União aportou a parte dela, que veio do orçamento fiscal.</p>
<p>O consultor Pedro Fernando Nery discorda desse ponto de vista. Para ele, examinar a Previdência à parte das demais áreas da seguridade é necessário para que se perceba que ela está inviabilizando-as.</p>
<p>— Falar que não tem deficit na Previdência porque sempre se pode pegar recursos da seguridade significa exatamente tirar da saúde e da assistência aos miseráveis.</p>
<p>Outro questionamento levantado por Floriano Martins Neto diz respeito às dívidas da Previdência. Para ele, o problema mais urgente para conter o desequilíbrio fiscal da área é melhorar os mecanismos de combate à sonegação e deixar de conceder renúncias fiscais.</p>
<p>Segundo números da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), a dívida ativa previdenciária chega a R$ 510,3 bilhões. Martins relata que o índice de recuperação desse valor devido é menor do que 1%, ao mesmo tempo que o governo federal abre mão, via renúncias, de 20% da receita anual via impostos e contribuições socais.</p>
<p>No entanto, a própria PGFN reconhece que a maior parte da dívida previdenciária está fora de alcance. Segundo o órgão, 62% do estoque da dívida tem baixa perspectiva de recuperação, por ser referente a empresas que já faliram ou que não têm patrimônio, por exemplo. Além disso, Felipe Salto, da Instituição Fiscal Independente, observa que, mesmo que fosse possível coletar toda a dívida, o problema não estaria resolvido. Como o deficit é um fenômeno que se repete anualmente, o influxo financeiro seria consumido em alguns anos.</p>
<p>Para Martins, a questão fundamental vai além da dívida atual. Trata-se de aprimorar o dia a dia para que o estoque não continue crescendo com débitos inalcançáveis, e para que o caixa da Previdência não continue sendo recorrentemente desfalcado.</p>
<p>— O estoque, por si só, é uma vergonha, mas não estamos dizendo que precisamos arrecadar tudo. Ele tem que ter um tratamento eficaz. A Receita precisa estar melhor aparelhada para chegar antes da constituição da dívida, identificar antes que a empresa [devedora] feche, por exemplo. O combate tem fins pedagógicos.</p>
<p>O presidente da Anfip cobra do governo e dos parlamentares uma proposta de reforma que pese mais para o lado da receita, atacando a sonegação e também fortalecendo as fontes de financiamento.</p>
<h3><b>Expectativas</b></h3>
<p>O Ministério da Economia espera que a reforma permita um fôlego de R$ 1,2 trilhão nos dez primeiros anos após a sua aprovação. As mudanças sobre o RGPS representariam cerca de 65% desse freio. Segundo a IFI, a aprovação da proposta permitirá a estabilização do gasto previdenciário como fatia do PIB dentro desse período, impedindo que ele cresça ano após ano.</p>
<p>O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), se mostra otimista com o rumo da proposta. Ele admite que o texto será modificado, mas acredita que há um consenso entre os parlamentares e as bancadas de que, sem aprovar alguma versão de reforma neste momento, “o Brasil quebra”.</p>
<p>— Creio que teremos um texto com uma boa reforma do ponto de vista social, regras de transição para ter atenção com os direitos de todos e uma sinalização clara de que as contas públicas vão entrar em equilíbrio.</p>
<p>Já o líder da oposição, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), avalia que existe um problema fiscal a ser abordado, mas aponta para diversos tópicos da reforma proposta pelo governo que são, para ele, proibitivos.</p>
<p>— Não somos contra qualquer tipo de reforma. Compreendemos que há um deficit. Só que a conta desse deficit não pode ser paga pelos mais pobres. Somos contra uma reforma que acaba com o BPC, que restringe a aposentadoria rural, que institui a capitalização. Com esse modelo nós não concordamos.</p>
<p>Segundo Randolfe, seria necessário pensar menos no endurecimento de benefícios e mais na expansão das receitas, principalmente a partir de mudanças no sistema tributário.</p>
<p>Origem: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/03/congresso-volta-a-encarar-desafio-de-mudar-a-previdencia" target="_blank" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Reforma da Previdência para Retomada do Crescimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jan 2019 22:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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<p style="text-align: justify;">Guedes falou sobre a importância do teto de gastos (o que impede que o governo gaste mais do que arrecade para conseguir pagar despesas correntes), mas lembrou que as reformas estruturais são indispensáveis para o governo conseguir cumprir essa regra. “O teto está aí mas, sem paredes de sustentação, cai. Essas paredes são as reformas. Temos de aprofundar as reformas”, declarou.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas mudanças serão praticamente imediatas, avisou o ministro. Ele explicou que em poucos dias será editada uma regra infraconstitucional contra fraudes e privilégios na Previdência, que deve gerar uma economia de até R$ 30 bilhões por ano para o governo federal. Ao longo dos próximos dias, destacou, serão editadas diversas medidas simplificadoras de caráter infraconstitucional.</p>
<p style="text-align: justify;">Paulo Guedes destacou que a raiz do desajuste que atualmente prejudica economia brasileira foi o excesso de gastos públicos, em ritmo crescente há décadas. “O descontrole sobre a expansão dos gastos públicos foi o mal maior”, afirmou, ao lembrar de problemas que o País já enfrentou, como hiperinflação, congelamento de preços e retenção de ativos financeiros. “O Brasil foi corrompido pelo excesso de gastos”, declarou. Por isso, a ordem agora é colocar as contas do governo em dia e nesse rumo entram, por exemplo, as privatizações e políticas de redução de despesas. “Não precisa cortar drasticamente; é só não deixar crescer no ritmo que crescia”, afirmou. A reforma administrativa no setor público vai ajudar nessa economia, destacou Guedes, lembrando que cargos de confiança já estão sendo cortados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desafios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O novo ministro da Economia disse que é preciso não se enganar sobre um cenário atual de “falsa tranquilidade”, com inflação e juros mais baixos que no passado. Conforme destacou, essa “falsa tranquilidade” remete à estagnação da economia e esse problema tem de ser combatido. “O Brasil perdeu potencial de crescimento na insistência de ter uma economia de comando central, na insistência em ter o Estado como motor de crescimento”, afirmou. Dentro da meta de promover a simplificação na arrecadação, Guedes citou que uma das ideias é unificar vários tributos em um só imposto federal.</p>
<p style="text-align: justify;">No atual cenário, Guedes ressaltou que um dos desafios a ser combatido é fazer que o Brasil deixe de ser “o paraíso dos rentistas” e passe, sim, a incentivar os empreendedores. Dentro dessa linha, tem forte peso a estratégia de promover a simplificação e redução de impostos. Guedes lembrou que o ideal seria operar com uma carga tributária de 20% do Produto Interno Bruto (PIB), mas que atualmente o País tem uma carga de 36%.</p>
<p style="text-align: justify;">“Também vamos desestatizar o mercado de crédito”, disse o novo ministro. Foi uma referência a linhas de crédito subsidiadas, que beneficiam somente alguns públicos, mas acabam gerando peso sobre o orçamento do governo. “Vamos despedalar o BNDES”, afirmou. Em seu discurso, Guedes também lançou como objetivo trabalhar para que o governo deixe de ser “uma máquina de transferências perversas de renda”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mudanças</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O novo ministro disse ainda que não foi criado um superministério, mas um conjunto coeso, necessário para dar andamento, de forma sincronizada, às mudanças necessárias para retomar a saúde da economia nacional. “Vai ser uma construção conjunta. Não existe superministro”, disse. Segundo Guedes, os desafios exigem esforços dos três Poderes e de toda a sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao reforçar que a sua gestão vai trabalhar com a meta de “abrir a economia, simplificar impostos, privatizar”, Guedes deixou claro que já conta com uma alternativa caso as reformas &#8211; em especial a da Previdência &#8211; não avancem. &#8220;Se isso  falhar, temos uma PEC também. Porque essas despesas vão se chocar contra o teto. E aí tem que escolher, ou segura o teto, desindexa, desvincula e desobriga todas as despesas da União&#8221;, disse. O objetivo é, assim, colocar os gastos públicos sob controle.</p>
<p style="text-align: justify;">A valorização do capital humano é outro ponto-chave para o desenvolvimento do país, indicou o novo ministro. &#8220;Vamos apoiar a área social. É preciso investimento maciço em capital humano. O presidente Bolsonaro tem sido contundente em orientar o pensamento nas futuras gerações e não nas próximas eleições&#8221;, completou o ministro.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.fazenda.gov.br/noticias/" target="_blank" rel="noopener">http://www.fazenda.gov.br/noticias/</a></p>
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